Posts de Outubro, 2006

i’m bringing sexy back

Outubro 31, 2006

a nêga da direita, ok?

M.E C.O.M.E

Outubro 31, 2006

[IMG]http://i71.photobucket.com/albums/i149/anatangerina/shane.jpg[/IMG]

Katherine Moennig, vulgo Shane, vulgo *ui*.

Chupava até os ossinhos, fica a dica.

SEMANA DO TESÃO

Outubro 31, 2006

Eu queria dizer que escrevi, escrevi, escrevi e não salvou.

ANFÃ

Quero deixar instituído aqui, que até meia-noite do domingo, o Terapas vai estar na SEMANA DO TESÃO. Ou seja, os participantes deste distinto Blog vão estar postando imagens, textos, figurinhas de chiclete, entre outros, de seus objetos de desejo e auto-amor.

Para os comentadores não ficarem de fora, os mesmos podem fazer também suas listinhas do tesão com o link pra foto dos desejados(as) e avaliaremos-os-os numa democracia Hitleriana. Quem sabe o seu tesãozinho não entra aqui?

Ah, gente, vamo brincar!!

vALEndôÔÔÔôÔÔôôôÔÔôôÔ!!!!!!

a marca de seu batom no copo de café

Outubro 30, 2006

eu sei que eu devia escrever alguma coisa sobre a despedida de schumacher ou a reeleição de lula entre esse e o último post, por exemplo. pra relembrar aos leitores que eu possuo um /bilau e um cérebro, por exemplo. mas tô na porra do modo revista-capricho.

olhando pra barra ao longe, tomando suco de maçã e ouvindo essa música como quem olha pra copacabana de tardinha ao longe ouvindo um samba. daqueles triiistes. que contam a história das mudanças em nossa vida.

e sçora.

que importa o sentido, se tudo —

Outubro 22, 2006

akjsksjsj

uma série de coisas

Outubro 18, 2006

Eu sempre quis saber umas coisas pequenas, só pra satisfazer minha curiosidade. Como por exemplo, como seria ser um animal: um gato, ou até um cachorro. Outra coisa que eu sempre quis foi acompanhar a câmera do elevador. E tirar fotos de tudo o que eu vejo, mas que dessa forma, meus olhos fossem o fotografo. É, porque dessa forma, eu tiraria foto da minha janela quando amanhece e transpareceria nela uma leveza que só eu sinto quando olho minha janela na hora que amanhece.

De vez em quando eu também tiraria fotos das imagens que eu vejo. Aquelas que só-eu-e-minha-imaginação conseguimos identificar. Se eu pudesse, desse jeito, ia tirar fotos daqueles personagens do meu livro preferido, naquele momento em que eles estão no divã e Tereza está doente, segurando a mão de Tomas, adormecida. E ele acorda e percebe que dormiu uma noite inteira com aquela pessoa segurando sua mão. Eu tiraria algumas fotos dessa seqüência.

Eu também queria saber da voz de Caio Fernando Abreu, da fórmula da Coca Cola e do abraço daqueles amigos que eu conheci na distância geográfica errada. Porque se o diretor de logística, na hora de organizar a distribuição das pessoas no mundo, não fosse tão sem noção, eu não precisaria maldizer tanto essas coisas. Eu poderia querer saber como é morar num iglu ou da última semana de vida de Clarice Lispector.

Da série de coisas que eu sempre quis saber, era como você se mexia. Como você se mexe e aquela expressão de cada um quando prende a risada, e o jeito que você anda. Das que mais me chamam atenção é o lugar do caralho, onde as pessoas são mesmo afudê. E do Circo Invisível, em São Francisco. E o CBGB’s, na época legal do CBGB’S, e da infância da minha mãe e das viagens de vovô na época que ele dirigia caminhão.

Das coisas que eu queria saber, é dos festivais da Tropicália, de flagrar alguém calado, entre a quinta e a sexta cerveja, com a mão no queixo, rindo da minha conversa bêbada, e se eu ia rir também, porque a mão no queixo deve ser completamente proposital.

AlôooOOOO….OooláaaaaA

Outubro 14, 2006

(tiririm…tiririm…) 

- Alô
- Alô
- Oi, td bem?
- Tudo… quem tá falando?
- olha, vc n me conhece, é q eu liguei um número aleatório e por sorte caiu na sua casa. Será que a gente pode se conhecer?
- AHAHAHAHAHA. Como é rapaz?
- É sério. É que eu tava querendo conversar um pouco com alguém… você é comprometida?
- Veja bem, eu não costumo ter esse tipo de conversa com alguém que no mínimo não se identifica.
- Ah, mas a gente vai se conhecendo, e quem sabe até marca um encontro depois disso…
- Ó só, to meio ocupada agora, acho que não vai dar…
- Mas eu posso te ligar depois?
- eu acho melhor não.
- Você está perdendo uma ótima oportunidade
- Essa eu vou deixar passar, certo?
- tá bom, tchau
- tchau.

João Pessoa, Sábado, 14/10/06, 10:05 a.m.

jacqueline

Outubro 9, 2006

ok, agora estou trabalhando. no sentindo de que agora ganho dinheiro regularmente por algo que faço regularmente. agora eu sou professor. nada diário nem em tempo integral por enquanto, então ainda não tive a chance de amaldiçoar o mundo e querer morrer num furacão quando acordo na segunda de manhã. embora eu também não receba muito pelo meio-expediente semanal que faço - o que, matematicamente, me outorgaria o  mesmo direito de bufar exausto quando chego em casa da minha mini-rotina laboral. o que, por sua vez, seria mesmo uma grandessíssima viadagem, porque tenho me sentido até bastante confortável na função.

mas a verdade é que trabalho é trabalho. e, em se tratando de mim, vai ser sempre uma fonte de cansaço, não importa se eu trabalho deitado, 15 minutos por dia, apertando um botão, com um galão de suco de maçã do lado, tomando decisões tão imbecis quanto escolher a roupa do próximo programa de adriane galisteu. porque, come on, não há de ser nenhum neurocirurgião o responsável por aquilo. a verdade é que a idéia de fazer algo por obrigação, de ter uma agenda, me faz querer merecer todo o tempo livre do mundo como recompensa. troquei essa lâmpada = passarei o resto do dia ouvindo música. dei uma hora de aula hoje = quero o resto da semana pra ficar reassistindo as primeiras temporadas de lost. e mesmo que meu trabalho fosse reassistir as primeiras temporadas de lost: passei uma hora reassistindo = quero a semana pra, sei lá, ler meus livros atrasados na fila de leitura. e assim por diante.

outro dia, descobrindo quem eu era num livro sobre as datas de aniversário e a personalidade do aniversariante, fiquei surpreso como os astros tinham desenhado um padrão a respeito de algo tão específico. e acertado. dizia lá que aquele tipo de libriano que sou eu valoriza de tal modo a liberdade a ponto de não se importar em assumir empregos simples, ainda que sem muitas realizações pessoais intrínsecas, desde que possa conseguir recursos e legitimidade para usufruir de suas verdadeiras paixões fora dali. e é desse jeito que funciona na minha cabeça. apesar de melhores quando combinadas, trabalho e paixão são duas coisas diferentes. e pra mim, libriano indomável e preguiçoso, vale mais a facilidade da execução na hora do serviço do que o sentimento de completude em função do trabalho. porque, enfim, não me importa muito a natureza da minha obrigação, já que a melhor parte é mesmo me ver livre dela.

(Y)

Outubro 4, 2006

mantendo o otimismo.